quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Para passar bem o dia




Oração para passar bem o dia
MARIA, minha querida e terna Mãe, colocai vossa mão sobre minha cabeça. Guardai minha mente, coração e sentidos, para que eu não cometa o pecado. Santificai meus pensamentos, sentimentos, palavras e ações, para que eu possa agradar a Vós e ao vosso Jesus e meu Deus. E assim, possa partilhar da vossa felicidade no céu. Jesus e Maria dai-me vossa bênção: em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Será que você ainda pensa em mim?



Quase um Segundo
Composição: Herbert Vianna



Eu queria ver no escuro do mundo
Aonde está o que você quer
Pra me transformar no que te agrada
No que me faça ver
Quais são as cores e as coisas pra te prender
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
Às vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Tudo que não me deixa em paz
Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Linddooooo... adorei!

Homenagem para o 84º aniversário
de Tom Jobim

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

Perdão pra mim mesma. Eu preciso

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.
Fonte: Wikipedia


Mais difícil que perdoar alguém é perdoar a si mesmo(a).
Mas tenho que aprender que preciso praticar isso, seja como for.
Preciso entender que, se tivéssemos bolas de cristal, tudo seria diferente.
No meu caso, um pouquinho de visão além do presente e de menos impulsividade teria feito a diferença. Logo eu, que penso tanto antes de agir...
Mas cometi erros importantes, e hoje, aos 33 (quase), sinto que deixei a vida me levar.
Fui praticamente passando em branco, só trabalhando, vivendo no piloto automático da vida.
Até me desfiz de bens que hoje representariam conforto em vários sentidos para mim e para pessoas que amo muito.
Agora, vivo um futuro incerto em todos os aspectos, e uma situação que nunca havia imaginado (divorciada; sem filhos, nem perspectiva deles; poucos bens; e grana contada, como praticamente todo mundo, claro!).
Um conselho eu dou a quem quiser ouvir: antes de tomar uma decisão, pergunte. Converse, troque ideias, questione. Não pense e decida sozinha apenas. Eu fiz isso, e essa autossuficiência em vários campos em nada me ajudou - tenho humildade para reconhecer isso.


Perdão pelo desabafo, pelo clima down total.
Hoje, preferia não ter que dizer essas palavras. Mas, diante do cenário, preferia dizê-las no colo quente de alguém. Sem essa possibilidade, faço dos olhares de vocês ao que escrevo o meu colinho.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quando for segunda, me chame!

Sim, porque vou trabalhar igual a uma cadela (gente, não entendo essa expressão... olha a figura aí de cima pra ver se trabalha!!) neste fds e só descanso de fato na segunda. Eta, segunda que não chega...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

?

Eis que você me aparece de novo... Logo eu, que não gosto nem mesmo de chapéu. Mas você insiste em querer me pousar na cabeça, até entrar nela, pesar sobre o meu corpo. E a senhora não é nada leve, posso assegurar. Cansa os ombros, as pernas, faz o peito parecer chumbo, o coração tem dificuldade até para continuar no seu compasso naquele ritmo óbvio (o tum-tum-tum fica mais para tu-tu-tu-tu-tu-tu)...


Você realmente é impertinente. Aparece a qualquer hora, ou a toda hora, enfim a hora que quer e bem entende. E quando o soninho já deveria estar chegando, pronto: eis o momento em que você mais adora aparecer, linda e loura (não, tá mais pra ruiva). E faz qualquer centena de carneirinhos dar meia volta sobre a cerca...


E é também insistente. Tento driblar, dissuadir, dar cambalhotas sobre você, uma pegadinha de programa de domingo, mas nada é capaz de lhe impedir de me encher os neurônios que me restam com as suas artimanhas.


Tenho que reconhecer: você também é positiva em alguns pontos (ninguém e nada é 100% ruim, ok). Serve para me precaver, me preparar para algo que pode estar por vir (e às vezes vem mesmo). Não foram poucas as vezes em que você, sem turbante nem sotaque estrangeiro, antecipou meu futuro e confirmou o que, no fundo, eu mesmo já sabia.


Mas, por agora, tudo o que eu queria mesmo eu não ter você por perto. Sua ausência me faria um bem enorme, uma sensação de "eu sei o que farei no verão futuro", algo certo, líquido, sólido e nada gasoso. No ar, apenas aquela vontade de aproveitar o presente e colher os frutos do que foi (bem) plantado, viver o reconhecimento daquilo que já foi feito e só desfrutar.


Obrigada pela atenção, dona Interrogação. Espero que entendam, a senhora e seu ponto, que essa história de ter cadeira cativa na minha vida já está me enchendo o saco. Vê se "te" enxerga, me dá um tempo (longo) e some. Se eu quiser algo pra ficar sobre a minha cabeça, pode ter certeza, vou mudar de ideia e aderir à moda... do chapéu.




Lu

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A minha preferida de Chico



Não foram poucas as pessoas que nos últimos dias vi cantarolar alguma música de Chico Buarque. A minissérie Amor em quatro atos, exibida pela Globo na semana passada, trouxe à superfície da nossa mente músicas adoradas há décadas, guardadas pra sempre, tatuadas no coração da gente...

Não vi os episódios, mas deixo aqui a minha preferida entre as belíssimas canções de Chico. A ideia de que o amor consiste numa força que não se perde, numa energia que fica por aí, se renovando, é mesmo linda. Amores passados nutrem relações futuras e assim vai... Ecos de palavras que podem ressoar de um jeito lindo para alguém que nem conhecemos. E os exploradores e cientistas do futuro descobrindo, buscando tudo isso... A imagem é realmente vanguardista, delicada, melodiosa. Sofisticação e sutileza típicas do mestre.

Futuros Amantes é a minha predileta. Se bem que tem também Olhos nos Olhos, Atrás da Porta, Cotidiano, Apesar de você, Carolina...
Futuros Amantes
Chico Buarque (para conferir vídeo clique aqui)

Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar

E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos

Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização

Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

domingo, 16 de janeiro de 2011

O primeiro beijo



Nesta semana, o colunista Ivan Martins escreveu sobre o fato de ter esquecido seu primeiro beijo. Uma pena. Eu me lembro do meu direitinho, como se tivesse sido ontem (caramba, já se passou muitooooo tempo...).
Meu namorado teve que contar com o "apoio" de um amigo, uns 4 anos mais experiente... Como a gente só conversava havia meses, esse colega entrou como um conselheiro-negociador e me disse: "Ele gosta de você, está esperando por isso e tal..."
E eu, que estava a fim do menino mesmo, fui lá e disse: "Ok, ok (não tinha Ratinho naquela época... rs)". E o beijo foi dado, no quintal da minha casa, provavelmente sob os olhares do tal amigo (escondido em algum canto). Foi bom. Mas melhor mesmo foram os que vieram depois - esse meu namorado beijava muito bem, apesar de inexperiente, como eu. É a história da química, mas isso é assunto para outro post...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Compaixão pelo Rio... e por SP, e por MG...


Obrigada, meu Deus, pela minha casa, pela minha saúde, pela minha família.


Cuidai daqueles que tiveram as vidas interrompidas assim e daqueles que conseguiram se salvar, pela sua misericórdia, mas têm o peito invadido pela dor e pela incerteza.


A eles, os meus sentimentos. E a minha solidariedade.


Seguir em frente é preciso

Lençóis Maranhenses/Férias

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Homenagem a um amigo


Será que um dia vamos aprender que a vida é transitória, que o corpo tem prazo de validade, que é preciso ver além das aparências, que é necessário dar valor àquilo que tem valor e se esquecer das pessoas, das coisas, das tarefas que não merecem tanta dedicação porque não valem a pena no fim das contas?


Hoje, acordei com o aviso de que um grande amigo da família (uma amizade de 40 anos) morreu depois de luta extensa contra o câncer. Eu não o via fazia uns 2 anos. Sei que ele gostava muito de mim. Quando me separei, aos 27 anos, fiquei arrasadaça! Ele me encontrou um dia e, sereno e doce, disse: "O que te aconteceu pode acontecer a qualquer um. Você não foi a primeira, nem será a última (a passar por isso)."


Tenho muitas memórias dele: em festas, em visitas à minha casa (e nós à casa dele), a maioria quando eu era criança. Lembro-me dele falando que já havia me ouvido no rádio, que esperava certos horários para isso, um quê de admiração e carinho... Mas nunca vou me esquecer de uma frase tão simples, num momento tão difícil. Uma mensagem de apoio.


A ele, hoje, ainda que tardiamente, vai o meu carinho, porque esse sentimento não depende dessas coisas tão terrenas, tão pequenas, tão humanas. E sei que, onde ele estiver, vai receber a minha mensagem com aquele jeito de quem fala sorrindo o tempo todo.


Lu